Por que as pessoas leem livros de fantasia?

Depois de um longo dia de trabalho e estudos, aposto que você adoraria relaxar a sua mente com algo divertido! É por isso que, inevitavelmente, procuramos algum programa de lazer. Logo, fica fácil justificar o porquê de acabarmos assistindo filmes, praticando hobbies pessoais ou, é claro, nos rendendo ao mundo da leitura.


Há quem prefira livros conteudistas, mas obras de fantasia se tornam cada vez mais queridas entre o público. Isso porque, os leitores querem esquecer dos problemas da vida real e desejam fugir da realidade, nem que seja por pouco tempo. A eficácia dessa prática é quase instantânea, ainda mais quando a história prende a atenção do leitor com acontecimentos surpreendentes, que jamais aconteceriam de verdade.


“Para ver vida real eu assisto o jornal”, brinca Eddy Samadhi ao explicar o motivo de gostar tanto do gênero fantasia. Como bom consumidor desse tipo de obra, ele não parou por aí. Hoje, juntamente com seu filho, H.R Hikes, ele é autor do projeto literário Crônicas de Luthera, um romance classificado como alta fantasia, um dos subgêneros da fantasia.


A fantasia, apesar de tratar de eventos que são frutos da imaginação do autor, consegue, com frequência, causar certo tipo de identificação com o público alvo. Esse fato ocorre porque somos tendenciosos a nos identificar com personagens e suas trajetórias. Os acontecimentos fantasiosos dos livros acabam, então, se tornando metáforas de problemas e conquistas reais das nossas vidas.


E você? Já sabe com qual personagem das Crônicas de Luthera se identifica? Conte para gente nos comentários.


Por Letícia Mirelly.

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